quarta-feira, 11 de junho de 2008

Seqüestro de Carbono

O Seqüestro de Carbono ocorre com a absorção de grande quantidade de gás carbônico (CO2) presentes na atmosfera.As florestas realizam esse processo naturalmente, pois, quando as árvores estão crescendo precisam de uma quantidade demasiada de carbono para se desenvolverem e o absorve do ar. Com esse processo elas ajudam a diminuir a quantidade de CO2 na atmosfera.Por isso, é tão importante a preservação das áreas verdes, assim como, o plantio de árvores.Diminuindo o CO2, elas se tornam grandes aliadas no combate ao aquecimento global.
Porém, talvez pela falta de sucesso em manter as árvores como principal agente de absorção, os cientistas desenvolveram um estudo chamado : seqüestro geológico de carbono.
Trata-se de"enterrar" CO2,forma de devolver o carbono para o subsolo e não permitir que ele contribua para o aquecimento global.
Segundo o geólogo José Marcelo Ketzer,coordenador do Centro de Excelência em Pesquisa sobre Armazenamento de Carbono (Cepac): "Os reservatórios geológicos são altamente eficazes para aprisionar fluidos em profundidade. Do contrário, o forte terremoto que causou o tsunami na Ásia teria rompido diversos depósitos geológicos naturais. No entanto, nenhum campo de gás natural ou petróleo vazou".
Ainda segundo Ketzer os campos de petróleo ou gás natural guardaram esses fluidos por milhões de anos e que eles permaneceriam intactos se o homem não resolvesse trazê-los para a superfície.
Como ocorre?
"Os gases de exaustão produzidos pelas indústrias são separados através de um sistema de filtros que coletam o CO2.
Esse gás é comprimido, transportado e depois injetado em um reservatório geológico apropriado que podem ser campos de petróleo maduros (já explorados ou em fase final de exploração), aqüíferos salinos (lençóis de água subterrânea com água salobra não aproveitável) ou camadas de carvão que foram encontradas no solo."(Citação da Revista Super Interessante - Edição Verde)

Postado por Rosi Pinheiro

Reciclagem

A Reciclagem é um processo que tem a finalidade de aproveitar materiais que poderiam se tornar lixo e reaproveitá-los, fazendo com que voltem a circular.
Se cada um fizer a sua parte, esse processo se torna mais fácil. É importante reciclar não só para diminuição do acúmulo de dejetos, mas principalmente para contribuir com a natureza, poupando-a da extração desnecessária de seus recursos.
Hoje em dia, a grande maioria das empresas de Macaé faz coleta seletiva de seu lixo. Esperamos, porém, que esse lixo seja realmente encaminhado corretamente para as instituições de finalização desse processo.
Estamos disponibilizando abaixo, dicas para informar os interessados.
1°. É necessário procurar ter um programa organizado de coleta. Coletando o material separadamente.
2°. Separe os resíduos em não-recicláveis e recicláveis, sendo que, os recicláveis devem ser separados, como: papel, metal, vidro e plástico.
3°. Depois guarde os materiais separados em um lugar adequado até a hora da coleta. É importante dizer que, antes de guardar é preciso limpar para retirada de resíduos e deixe secar naturalmente.
Dicas: Para facilitar o armazenamento, diminua o volume das embalagens de plástico (pet) e alumínios (latinhas) amassando-as e guarde caixas desmontadas, assim, você consegue armazenar um maior número de material em menos espaço.
Outra dica interessante é a reutilização de copos descartáveis. Ex: No seu trabalho, ao invés de, cada vez que você for beber água, utilizar um novo copo, reserve o mesmo copo para beber água durante todo o dia. Ou mesmo, leve o seu próprio copo ou caneca de casa.Os pequenos gestos feitos por muitos facilitam as coisas.Pense sustentavelmente !!
Tempo de Degradação dos Materiais:

Jornais:De 2 a 6 semanas
Embalagens de papel:De 1 a 4 meses
Guardanapos de papel:3 meses
Pontas de cigarro:2 anos
Palitos de fósforo:2 anos
Chiclete:5 anos
Cascas de frutas:3 meses
Nylon:De 30 a 40 anos
Copinhos de plástico:De 200 a 450 anos
Latas de alumínio:De 100 a 500 anos
Tampinhas de garrafa:De 100 a 500 anos
Pilhas e baterias:De 100 a 500 anos
Garrafas de plástico:Mais de 500 anos
Pano:De 6 a 12 meses
Vidro:Indeterminado
Madeira Pintada:13 anos
Fralda descartável:600 anos
Pneus:Indeterminado
Obs.: Os objetos reciclados não tendem a se transformar nos mesmos produtos.
* Maiores informações no site de reciclagem, cujo endereço consta em links.

Texto: Débora Tavares,integrante do Grupo criador do blog.


Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado no dia 05 de junho

"O Rio de Janeiro está totalmente inserido no bioma da Mata Atlântica. Seu território limita-se, a norte e nordeste, com o Estado do Espírito Santo; a norte e noroeste, com o Estado de Minas Gerais; e, a oeste, com o Estado de São Paulo. A leste, sudeste e sul, confronta-se com o Oceano Atlântico, por uma extensão de 636 quilômetros. Apesar de ser um dos menores Estados da Federação, superando apenas Sergipe e Alagoas e o Distrito Federal, sua linha costeira é menor apenas que a da Bahia e do Maranhão, que possuem, respectivamente, 932 quilômetros e 640 quilômetros de extensão de costa.
Estima-se que, anteriormente ao Descobrimento, o Estado do Rio de Janeiro possuía uma área florestada que cobria cerca de 97% do território. Em 500 anos, os diferentes ciclos econômicos, baseados essencialmente na exploração de recursos naturais, acarretaram enorme perda da área de Mata Atlântica. Hoje, esta se resume a fragmentos isolados, que, somados, perfazem 7.346,29 quilômetros quadrados, cerca de 17,10% da cobertura original (42.940 quilômetros quadrados), o que corresponde a 16,73% dos 43.909,7 quilômetros quadrados de superfície do Estado, segundo dados da Fundação SOS Mata Atlântica/INPE de 2001.
Do total remanescente, cerca de 5.700 quilômetros quadrados estão protegidos legalmente pela criação de Unidades de Conservação. As Unidades de Conservação estaduais abrangem área de aproximadamente 1.400 quilômetros quadrados e têm a tutela dividida entre dois órgãos vinculados à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMADS). As Unidades de Proteção Integral - exceto o Parque Marinho do Aventureiro, a Reserva Biológica da Praia do Sul e a Estação Ecológica do Paraíso - são administradas pela Fundação Instituto Estadual de Florestas (IEF/RJ). As Unidades de Uso Sustentável estão sob responsabilidade da Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (FEEMA). As Unidades de Conservação federais se estendem por uma área de 4.300 quilômetros quadrados, estando todas sob tutela do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
Esta primeira edição do Atlas contempla as áreas que foram criadas pela União e pelo Estado do Rio de Janeiro, envolvendo duas Estações Ecológicas, sendo uma federal e outra estadual; oito reservas, sendo três Reservas Biológicas federais e cinco estaduais; cinco Parques Nacionais; seis Parques Estaduais; doze Áreas de Proteção Ambiental, sendo quatro federais e oito estaduais; duas Áreas de Relevante Interesse Ecológico federais; uma Floresta Nacional; uma Reserva Extrativista, perfazendo o total de 37 Unidades de Conservação, além de 29 Reservas Particulares do Patrimônio Natural e de 57 áreas naturais tombadas pela União e pelo Estado."
Fonte: FEEMA